Claeff Engenharia e Produtos Químicos

Pirólise de Biomassa

Resumo da tecnologia

Processo de transformação de várias biomassas em hidrocarbonetos, numa planta de pequeno porte, de fácil instalação em locais remotos e baixo custo.

Transforma biomassas secas em até 70% hidrocarbonetos líquidos em destilação de bio óleo em produtos para várias aplicações no mercado. 

 

 

 

Produtos Gerados com o processo

Fenóis: Usados como matéria prima para a fabricação de resinas fenólicas;

Metanol: Usado como solvente industrial para químicos, fármacos, matéria prima para formaldeído;

Acetona: Usada como solvente para tintas, esmaltes e vernizes;

Alcatrão: Que é constituído basicamente de Benzeno, naftaleno, antraceno e piche, que podem ser destilados em parte na tecnologia proposta e possui aplicação nos mercados de plásticos, pavimentação;

 

Ácido acético: Usado na perfumaria, tinturaria, fármacos;

Carvão granulado: Aplicado em siderurgias e para a produção de carvão ativado para tratamento de água e adsorção; 

Piche: Usado como impermeabilizantes e pavimentação.

Muitas outras moléculas podem sair desta tecnologia com a destilação fina do ácido pirolenhoso.

 

Vantagens

  1. Produtos Orgânicos Verdes que substituem os petroquímicos com alta taxa de conversão de biomassa em bio óleo com destilação em hidrocarbonetos úteis para múltiplas aplicações, com aproveitamento do calor perdido da pirólise (Petroquímica Verde);
  2. Tratamento dos restos vegetais de cidades, indústrias e agronegócios sem impacto ao meio ambiente;
  3. Elimina a emanação de fumos orgânicos prejudiciais para a atmosfera de carvoarias e outras queimas, gerando uma cadeia produtiva independente da petroquímica;
  4. Processo limpo que permite ser aplicado próximo a cidades para dar destino a rejeitos orgânicos urbanos;
  5. Pode ser aplicado em regiões remotas do país dando alternativas produtivas para as populações;
  6. Versatilidade na diversidade de biomassas disponíveis no Brasil como a gramínea, cascas de frutos, palhas de cana, soja, milho, restos de podas, e bagaços de cana e outros rejeitos.

O Brasil

                 A produção de carvão vegetal existe há milênios e sua utilização foi iniciada na indústria de metais e aquecimento de residências.

                 Atualmente, ainda são usados fornos para produzir carvão com madeira de desmatamento, sendo o Brasil, o único país que utiliza esta matéria prima na siderurgia, diferentemente de outros países que operam om o carvão mineral.

                Contudo, o Brasil é o país com a maior biomassa disponível do planeta, esperando para ser transformada em produtos úteis.  

A Tecnologia

                 O Processo de Pirólise faz o aproveitamento de biomassas diversas com conversão de até 70% da biomassa em produtos líquidos orgânicos refinados por destilação e próprios para a utilização em vários ramos de fabricação de resinas, pavimentação, indústria de tintas, fármacos e agricultura.

Através deste método, também podem ser produzidos o carvão verde em pó para as siderurgias e o carvão ativado para tratamento de águas. 

Além das pirólises conhecidas, o processo destila o bio óleo em produtos de condição refinada, podendo ser usado para indústrias na aplicação final.

Biomassas utilizadas

Capim seco

Bagaços de cana

Restos de folhas e galhos de podas urbanas e agrícolas

Restos de coco e cascas de caju

Restos de carpinagem de vias

 

Fluxograma

Fluxograma

 

Premiação

Prêmio FINEP 2009

O diretor-presidente da Claeff, Eng. Cláudio Truchlaeff, foi o vencedor do Prêmio FINEP de 2009, Região Nordeste, na categoria Inventor Inovador.

Claudio, que concorreu à premiação com o projeto Oxi Bio, teve o reconhecimento do meio científico-acadêmico nacional. saiba mais

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